Esperamos passar um pouco de conhecimento sobre saúde, benefícios da dança, a importância de se escolher professores responsáveis para nós e nossos filhos. Além, é claro, de dedicarmos essa página a encantar vocês, incentivando-os (menina, menino, mãe e pai, avó e avô) a adotarem o Ballet como estilo de vida! Seja nos dando o prazer de sua companhia, seja em outras academias!
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Alinne Moraes, curvas sequinhas e postura alinhada
A atriz aposta no balé para desenhar o corpo e manter a postura bonita
Por Alessandra Medina
Nos últimos tempos, a dança virou o assunto favorito da atriz, que é capaz de ficar horas listando os benefícios da prática. “Era muito desajeitada e derrubava tudo à minha volta. Minha postura também era péssima, andava toda torta, com os ombros curvados. Graças ao balé, isso mudou: meus movimentos ficaram mais delicados e minha postura melhorou bastante.” Reparo que ela está sentada com a coluna retinha na cadeira. Está tão à vontade na posição que nem parece a Alinne que entrevistei há cerca de dois anos para a BOA FORMA. Na época, passamos uma tarde juntas e, durante quase todo o bate-papo, ficou sentada na ponta do sofá, daquele jeito confortável, com as costas curvadas. Os amigos também estão felizes com as mudanças na postura da atriz. “Perdi a conta de quantos jarros, taças e copos ela quebrou na minha casa!”, entrega o empresário, Antônio Amâncio.“Já experimentei muita coisa: ioga, surfe, academia, capoeira, circo, natação... Mas sempre pensei que só iria levar uma atividade a sério de verdade quando ficasse mais velha. Foi notar que minhas pernas não estavam mais tão durinhas e que apareceu celulite no bumbum que mudei de idéia rapidinho”, conta. Faz um ano e meio que aderiu à dança e comemora os resultados. “Meus músculos estão mais definidos, mais firmes, embora não tenha perdido nenhum quilo.”
Alinne faz três horas diárias de balé com o francês Jean Marie, professor de um time de estrelas que inclui Letícia Spiller e Danielle Suzuki. Jean, no Brasil há 25 anos, não se cansa de propagar as vantagens do balé: “Ele trabalha o corpo inteiro, já que você sempre coordena os movimentos das pernas com os braços. Os músculos ficam mais tonificados e a postura alinhada. É o melhor tratamento que conheço para retardar o envelhecimento”, fala, empolgado. A grande diferença das aulas de Jean (e o motivo do seu sucesso) está no nível de exigência: ele não cobra técnica apurada. Diferentemente das aulas tradicionais de balé, com Jean cada aluna vai no limite de seu corpo. “O objetivo é ser um prazer e não um sacrifício. Demorei para entrar no clima, era muito dura. Aos poucos, relaxei e fui conhecendo melhor meu corpo. Aí as posturas fluíram”, conta a atriz.
Balé não tem idade
Em busca de boa forma, adultos passam a frequentar as aulas de dança clássica nas academias
Por Carina Rabelo

Há menos de uma década, poucas escolas de balé clássico aceitavam alunos iniciantes com mais de 10 anos de idade. O senso comum recomendava que, para alcançar uma alta performance, era preciso começar aos 5 anos. Mas isso gerou, em muitos casos, uma fuga das sapatilhas. Quem começava cedo desistia por não suportar a disciplina do treinamento.
E os que sonhavam com a dança, mas não haviam feito aulas na infância, acreditavam ser tarde para começar.
Com o objetivo de democratizar o balé - e garantir a sobrevivência da arte no País - escolas de dança ampliaram o acesso ao clássico. A cada ano, novas turmas para adultos iniciantes são criadas. "Os professores desmistificaram o rigor no treinamento e tornaram a dança mais prazerosa. A técnica clássica não é alterada, mas cada aluno trabalha de acordo com as suas possibilidades", explica Jean-Marie Dubrul, professor da academia Sauer Danças, no Rio de Janeiro. Ex-coreógrafo do corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Dubrul é um dos precursores no ensino de balé para adultos no País. Entre as suas alunas mais assíduas, estão as atrizes Alinne Moraes, Letícia Spiller, Paula Burlamaqui e Carolina Dieckmann, que descobriram o poder da prática no condicionamento físico.
Mas não só as globais perceberam os benefícios da dança. Há um mês, a psicóloga Cláudia Greco, 41 anos, começou a freqüentar as aulas da Sala Crisantempo, em São Paulo, e já sente os resultados. "O corpo fica mais flexível e ajuda na postura", afirma Cláudia, que não consegue ser assídua nas academias de ginástica. "Detesto malhação. Já tentei três vezes, mas nunca dá certo. No balé é diferente. A gente se exercita ouvindo música clássica. É maravilhoso", diz. A pedagoga Lucy Visani, 71 anos, dança desde os 15 anos, apenas pelo prazer. "As pessoas não acreditam que eu ainda faça aulas, um preconceito tipicamente brasileiro. Quando viajo para Paris e Nova York, freqüento cursos com gente de todas as idades", conta a aluna do Ballet Stagium, em São Paulo. As turmas reúnem iniciantes e ex-alunos. Segundo os professores, a heterogeneidade não compromete o desempenho. "O fundamental é fazer o movimento com consciência. Não existe essa coisa de ter que acertar ou fazer igual ao outro", comenta Beth Bastos, professora da Sala Crisantempo.
O balé também tem seus trunfos sobre a saúde. A artista plástica Jônia Guimarães, 47 anos, caiu na dança após uma crise de artrose. "O clássico de hoje trabalha a consciência corporal no aluno. Aprendemos a lidar com os ossos e músculos do nosso corpo", afirma. O benefício é comprovado pela ciência. Pesquisa recente divulgada pela Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, revela que o balé condiciona melhor o corpo que a natação, a campeã do título "o esporte mais completo do mundo". De acordo com os dados, os bailarinos ganham dos nadadores na rapidez dos reflexos, flexibilidade, salto, percentagem de gordura e equilíbrio corporal e psicológico. O benefício para a mente é certo. "É uma ótima maneira de trabalhar a auto-estima da pessoa, ensiná-la a se soltar. Na dança, o desprendimento é mais importante que a técnica", aposta a professora Geralda Bezerra de Araújo, 70 anos, do Ballet Stagium, que elabora o livro O sol nasce para todos, em que reúne histórias de bailarinos que provam que nunca é tarde para dançar.

Data de Acesso: 14/12/2012
Adriana Birolli é apaixonada pela dança
Por Rita Trevisan
Desde muito pequena, é apaixonada por dança e esportes. "Aos 4 anos, comecei a dançar balé e não parei mais. Já fiz jazz, natação, judô, ginástica olímpica, alongamento, corrida. O que não consigo é ficar parada, sempre fui muito elétrica", diz. Pular de uma atividade à outra é, inclusive inclusive, um dos segredos da atriz para nunca parar de praticar atividades físicas. Quando percebe que o treino começa a cair na rotina, ela busca uma nova modalidade. Sua paixão mais recente é o tango. "Estava fazendo aulas particulares na academia de dança de salão Anna Moura, no Rio de Janeiro. E amando! Mas agora tive que dar um tempo", lamenta Adriana, que chegou a dar aulas de forró na adolescência e ainda hoje é capaz de virar a noite na pista quando a seleção de músicas ajuda. "Só não gosto muito de som eletrônico, mas adoro música brasileira. Tiro meus amigos para dançar e só paro quando acendem as luzes." Porém, na falta de tempo para as aulas e para as baladas, ela se contenta em fazer caminhadas na praia u com algumas voltinhas de bicicleta em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas, um percurso de 7,5 quilômetros que faz em meia hora.
Dança, um exercício poderoso
Adriana Birolli sempre contou com a dança como aliada da sua boa forma. "Além de mexer com o corpo todo, relaxa. Enquanto você dança, não pensa em mais nada", diz a atriz. A atividade também aumenta o condicionamento físico, enquanto trabalha costas, barriga, pernas e bumbum. "A dança pode ser considerada um exercício completo. Fisiologicamente, ela atua como uma corrida, só que embalada por uma boa música. Durante as aulas intercalamos vários movimentos - é uma forma eficiente de tonificar o corpo e desenvolver a coordenação e a flexibilidade, sem nem perceber", explica a professora e coreógrafa Anna Moura. Também melhora a postura, permitindo movimentos mais precisos e graciosos. E o melhor: ajuda a perder peso vapt-vupt! Duvida? Confira as calorias que você pode queimar enquanto aprende uma dança:
Street dance: 350 calorias por hora
Tango: 368 calorias por hora
Forró: 401 calorias por hora
Salsa: 426 calorias por hora
Samba: 441 calorias por hora
Zouk: 600 calorias por hora
Street dance: 350 calorias por hora
Tango: 368 calorias por hora
Forró: 401 calorias por hora
Salsa: 426 calorias por hora
Samba: 441 calorias por hora
Zouk: 600 calorias por hora